quinta-feira, 17 de julho de 2008

Ser oposição

Manuela Ferreira Leite afirmou ontem, diante dos seus, que "o estatuto da oposição, constitucionalmente consagrado, não passa por apresentar propostas alternativas do Executivo". "nós não somos o Governo sombra deste governo, somos oposição".
Quem disse isto, foi a líder nacional do PSD.
Que dirão agora aqueles que passam o tempo exigindo que o PS-M apresente propostas (mais ainda)?

terça-feira, 15 de julho de 2008

Frase preferida

Frase preferida de Vale e Azevedo:
"Sejamos honestos"

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Impostos

José Manuel Rodrigues, do CDS, também já começa a fazer comparações entre a governação socialista dos Açores e a falta de medidas do governo do PSD-Madeira; que era bom que o Governo Regional da Madeira baixasse impostos, como o que incide sobre os combustíveis.
O CDS segue as pegadas do PS-Madeira, o tal partido que alguns comentaristas acusam de não ter um rumo ou uma proposta. Mas não é só o CDS, anda toda a gente a repetir o que diz o PS-Madeira.

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Goleada

Terça-feira, debate entre Jaime Leandro e Miguel de Sousa, na RTP-Madeira, sobre um ano de actividade parlamentar.
Sei que inicialmente estava previsto que o debate se realizasse entre Jaime Ramos e Vítor Freitas. O primeiro não aceitou e a RTP-Madeira então não convidou Vítor Freitas. Dependência da RTP-Madeira èm relação à vontade ou disponibilidade do PSD.
Bem, quanto ao debate, goleada das antigas: Jaime Leandro, 5 - Miguel de Sousa, 0.
Miguel de Sousa barafustou, esbracejou, gemeu e proferiu onomatopeias.
Pouco habituado ao debate de ideias, Miguel de Sousa afundou-se no vazio discursivo. Preferiu a pose arrogante e nada inteligente que manifesta na Assembleia Regional.

sexta-feira, 4 de julho de 2008

Eucaliptos

Filipe Sousa, em entrevista ao "Tribuna", queixa-se de que o PS-M "bateu no fundo". De facto, por "razões pessoais e profissionais", Filipe Sousa quer afundar, na sua terminologia, o PS-M, em Gaula e noutras freguesias de Santa Cruz, como reconhece na entrevista.
Critica o facto de o PS nunca ter dado o devido valor pelas vitórias que alcançou em Gaula? Então porque carga de água foi ele deputado? Pelos olhos ou por reconhecimento pelo trabalho efectuado?
Filipe Sousa critica os partidos e critica o PS, confirmando que a sua indisponibilidade partidária vinha de há muito! Já todos sabíamos. Mas devia ter dito que foi ele o Presidente da Concelhia de Santa Cruz até há bem pouco? Que fez a concelhia do PS de Santa Cruz por Gaula? Que fez a concelhia do PS de Santa Cruz pela afirmação de um melhor partido?
Devia ter dito que era o responsável pela Associação de Autarcas Socialistas da Madeira. Que fez pelo engrandecimento do partido nas autarquias, como Santa Cruz, por exemplo?

quinta-feira, 3 de julho de 2008

Continua a cantiga

Enquanto nos Açores, o governo socialista continua a fazer da Autonomia uma arma na defesa dos açorianos, na Madeira a Autonomia é uma vaca sagrada, vazia de sentido mas cheia de tetas para alimentar lutas e conflitos estéreis.
Será que os madeirenses não ganhariam mais com um governo que governasse; que corrigisse, a bem dos cidadãos, as medidas que, segundo os governantes regionais, nos prejudicam?
Assim é mais fácil: quando há medidas pouco populares do governo de Sócrates, aplica-se por cá mas critica-se o governo socialista. Tudo como se não houvesse Autonomia.
As medidas que nada custam alterar, como a lei do tabaco, mudam-se, adaptam-se. Não custam pilim.

Tiradas

Tiradas, "boutades", bocas, asneiradas, diversos nomes para o que se diz sem muito se reflectir grandemente.
AJJ pensa no que diz, mas vai mandando cuspo à parede para ver se cola.
Falou em referendo. Logo constitucionalistas afirmaram que não podia ser. O homem recuou até à casa de partida: o referendo são as eleições.
Referendo, plebiscito, sempre foi assim...
Qual é a novidade?